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sábado, 10 de outubro de 2009

como é a estrutura organizacional de um virus


Os vírus são os menores seres vivos conhecidos, visíveis apenas ao microscópio eletrônico.

Sua estrutura vem sendo cada vez mais esclarecida, à medida que a tecnologia em microscopia eletrônica evolui. Eles são tão pequenos que podem penetrar na célula das menores bactérias que se conhecem.


Como é a estruruta organizacional do virus




Os vírus possuem como material genético o ácido desoxirribonucléico (DNA) ou o ácido ribonucléico (RNA), nunca ocorrendo os dois tipos de ácidos nucléicos juntos em um mesmo vírus. Existem, portanto, vírus de DNA e vírus de RNA.


O ácido nucléico apresenta-se sempre envolto por uma cápsula protéica denominada capsídeo.


As proteínas que compõem o capsídeo são específicas para cada tipo de vírus. Cada molécula protéica do capsídeo recebe o nome genérico de capsômero. O capsídeo mais o ácido nucléico que ele envolve são denominados nucleocapsídeo.


Nucleocapsídeo = capsídeo + ácido nucléico.


Alguns vírus são formados apenas pelo nucleocapsídeo, ou seja, contêm apenas o ácido nucléico envolto pela cápsula protéica. Outros, no entanto, possuem um envoltório ou envelope externo ao nucleocapsídeo. Esses vírus são denominados vírus capsulados ou envelopados.

O envelope consiste principalmente das duas camadas de lipídios derivadas da membrana plasmática da célula hospedeira e de moléculas de proteínas virais, específicas para cada tipo de vírus, imersas nas camadas de lipídios.

São as moléculas de proteínas virais que determinam qual tipo de célula o vírus irá infectar. Geralmente, o grupo de células que um tipo de vírus infecta é bastante restrito.


Existem vírus que infectam apenas bactérias, denominados bacteriófagos, ou simplesmente fagos; os que infectam apenas fungos, denominados micófagos; os que infectam plantas e os animais, denominados, respectivamente, vírus de plantas e vírus de animais.


esse video abaixo é uma ilustraçao de nos seres humanos como virus para o planeta terra:



sexta-feira, 9 de outubro de 2009

como receber uma festa em casa

como receber uma festa



Arrumar o bufê na sala de jantar é uma boa saída. Os convidados se servem sozinhos. É o chamado serviço americano.

O serviço à francesa, no entanto, proporciona muito mais conforto e prazer à mesa e é nele que a etiqueta vai se expressar com muito mais rigor.

Neste caso, o garçom ou a copeira oferece as travessas para os convidados se servirem e troca seus pratos.

As travessas são apresentadas à esquerda dos convidados para que eles próprios se sirvam. Não se deve encher muito o prato nem mostrar pressa ao provar a comida.

Quem está convidando deve escolher pratos que estejam de acordo com a estação do ano, verificar se a bebida é suficiente para todos, providenciar gelo, preparar a casa, etc.

O planejamento, para quem recebe uma festa, é fundamental.

Se não contar com uma boa cozinheira, não opte por um menu muito refinado. Da mesma forma, se não tiver uma boa equipe de empregados, dê a preferência a um serviço simples.

como usar os talheres

como utilizar os talheres


Na mesa de um jantar completo haverá talheres para cada prato e um prato para cada alimento, assim como copos para diferentes vinhos.


Use os talheres pela ordem, de fora para dentro.

As facas ficam à direita do prato, com o gume virado para dentro. Os garfos ficam do lado esquerdo, com os dentes voltados para cima, a menos que o talher tenha um desenho ou brasão no dorso.

A colher de sopa também fica do lado direito, tendo as facas (de peixe, de carne, etc) entre ela e o prato.

Por esta descrição fica claro que se deve segurar a faca com a mão direita e o garfo com a esquerda. Caso não esteja usando a faca, o garfo fica na mão direita, com a qual também se pega a colher de sopa.

A maneira correta de passar um talher para outra pessoa é segurando no meio deste e entregando com a parte onde se segura voltada para a pessoa.

Quando for usar a colher, sorva o líquido pelo lado, evitando incomodar o vizinho de mesa com o movimento semicircular do braço.

A faca jamais deve ser levada à boca e não deve ser usada para saladas, ovos, bolo, tortas, pão, talharins e espaguetes.

como ter modos na mesa

MODOS NA MESA:- Quando se está comendo carne, não se deve parti-la toda em pequenos pedaços. O correto é partir um pedaço de cada vez

Não se cortam massas, como o fettuccine e o espaguete. Usa-se o garfo para enrolá-los e levá-los à boca.

É a mão que leva o alimento à boca. Não se deve curvar o corpo para alcançar o garfo ou colher.

Também não se deve gesticular com os talheres na mão e, principalmente, evitar comer de boca aberta.

O guardanapo deve ficar no colo durante toda a refeição, incluindo sobremesa e café.

Ao usá-lo, mantenha-o desdobrado. Ao final deve-se colocá-lo casualmente sobre a mesa à esquerda do prato.


como evitar vexames na mesa


O QUE NAO SE DEVE FAZER:

Coçar a cabeça com os dedos ou algum objeto.

Examinar a pele ou os dentes num espelho.

Arrastar os sapatos quando anda.

Roer ou lixar as unhas.

Colocar caneta, lápis ou outros objetos na boca.

Sentar-se de pernas abertas.

Pentear os cabelos ou retocar a maquiagem em público.

Colocar os cotovelos sobre a mesa. Apenas os punhos apoiam-se sobre ela.

Quando só a mão direita está ocupada com o talher, a esquerda permanece com os punhos apoiados sobre a mesa. Evite mexer ou brincar com talheres, copos ou enfeites que estejam na mesa.

Não sopre a sopa para esfriá-la e nem faça ruído ao tomá-la.

Não se repete a entrada ou a sopa, para não estrangular o fluxo dos outros pratos a serem servidos.

Em caso de cerimônia não se recusa o alimento oferecido. Dosa-se a quantidade ao mínimo, caso não seja do agrado.

Pão é partido com as mãos e nunca com a faca. É levado à boca aos pedacinhos. Não se deve mergulhá-lo no molho ou na sopa.

Não prove o cafezinho ou outra bebida com a colher para ver se está quente ou bom de açúcar.

Não faça ruídos com os talheres no prato.

Ao levar o copo à boca, limpe os lábios com o guardanapo.

Não afaste o prato quando terminar a refeição.

Não use palito diante dos convidados.

Ao término da refeição, os talheres devem ser colocados sobre o prato.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

como aprender japonês gratis

Japonês é uma lingua totalmente fora dos nossos padrões. Por isso parece ser um tanto complicado aprender. 

Achei um site super-interessante que é um curso de japonês pela internet grátis rápido e fácil.

Lá você irá encontrar por exemplo:

  1. Aprenda a escrever melhor em Japonês no Lang-8
  2. Como Aprender Japonês em 90 dias
  3. Como criar um hábito em 21 dias

O site é http://www.comoaprenderjapones.com

quinta-feira, 16 de abril de 2009

como identificar o que os clientes desejam e obter lucros



Para ajudar quem trabalha com clientes a melhorar o negócio ou quem está pensando em começar uma atividade voltada ao público a Publifolha apresenta o livro Como Priorizar os 
Clientes.

 São diversas orientações, incluindo 101 dicas e um teste, para desenvolver estratégias de atendimento e garantir o sucesso profissional.

Como Saber o que os Clientes Querem

Existem diversas técnicas eficientes que podem ajudar a identificar o que os consumidores desejam. Procure reunir informações de diversas fontes e utilize grupos de debate, pesquisas e a opinião dos clientes para basear suas conclusões.

COLETA DE INFORMAÇÕES

Para se concentrar na identificação das necessidades e expectativas dos clientes selecionados, é preciso compreender do que se trata. Infelizmente, o tipo de informação que as empresas têm sobre seus clientes não é completo: em geral, limitam-se a dados sobre o total de compras de um determinado produto, por exemplo.
Se você quiser oferecer o produto ou serviço adequado no futuro, também precisa saber o motivo da compra. Reúna os dados que forneçam o que você realmente precisa, em vez de colecionar informações apenas porque são fáceis de ser coletadas. Utilize os recursos da sua empresa, mas certifique-se de que os dados têm comprovação de fatos externos ou do contato com os próprios clientes.
Existem diversas técnicas eficientes que podem ajudar a identificar o que os consumidores desejam. Procure reunir informações de diversas fontes e utilize grupos de debate, pesquisas e a opinião dos clientes para basear suas conclusões.

FATOS EXTERNOS

Procure informação nas mais variadas fontes externas, como publicações do setor, estatísticas oficiais e relatórios de analistas. Relatórios encomendados, como os produzidos pelas consultorias, também podem ser úteis - mas em geral são caros, a não ser que você os elabore a partir de consultas a bibliotecas ou de uma instituição profissional.
Sempre que possível, comprove as conclusões externas. Se uma pesquisa feita em um supermercado, por exemplo, revela a aprovação dos clientes em relação a um sistema de self-service, use o controle interno para conferir se o número de usuários vem aumentando.

GRUPOS DE DEBATE

Uma das técnicas mais eficientes para descobrir o que os clientes realmente desejam consiste em promover uma reunião para discutir as opiniões deles. O sucesso dessa iniciativa depende da escolha das pessoas corretas e da seleção das perguntas mais adequadas. Certifique-se de que os convidados realmente representam os seus clientes. Em geral, costuma-se oferecer algo em troca da participação, como amostras grátis dos produtos da sua empresa. O ambiente deve ser o mais descontraído e agradável possível. Limite o número de participantes a seis ou oito, a fim de garantir boa variedade de pontos de vista e permitir que todos tenham a mesma oportunidade de se expressar.

USO DE PESQUISAS

As pesquisas constituem um bom modo de atingir um grande número de clientes. Planeje com cuidado os aspectos que
pretende abordar, as informações que deseja obter e as perguntas que podem resultar delas. Antes de definir as perguntas, avalie o modo de utilização das respostas: se elas não puderem ser usadas para ajudar na melhora de um serviço ou produto, elimine-as. Teste o questionário com colegas para se certificar de que as perguntas estão claras e de que não haverá espaço para respostas dúbias.

RETORNO DOS CLIENTES

A opinião dos clientes ajuda a compreendê-los melhor e também a identificar eventuais mudanças de suas necessidades. Questionários com perguntas de múltipla escolha podem fornecer uma boa indicação da percepção dos consumidores e da chegada de novas tendências.
Perguntas mais amplas e que exigem mais do que "sim" ou "não" resultam em mais informação. Ao receber o retorno de um cliente, use-o como um modo de melhorar o serviço que oferece.


como escrever uma resenha

Tentarei passar de forma simplificada aqui algumas dicas de como resenhar ou como se faz uma resenha.

Resenha é uma descrição minuciosa que compreende certo números de fatos.
Resenha crítica é a apresentação do conteúdo de uma obra.

Consiste na leitura,no resumo, na crítica e na formulação de um conceito de valor do livro feitos pelo resenhista.

Sua finalidade é informar o leitor, de maneira objetiva , sobre o assunto tratado no livro, evidenciando a contribuição do autor

O resenhista deve resumir o assunto e apontar as falhas e os erros de informação encontrados, sem entrar em detalhes e, ao mesmo tempo, tecer elogios aos méritos da obra, desde que sinceros e ponderados.

A resenha tem alguma das seguintes caracteristicas:
  • Credenciais do Autor do Texto.
  • Contém um resumo(digesto).
  • Críticas - comentário.
  • Conclusão(do autor e do resenhista).
  • Indicação da obra.
A resenha também tem alguns requisitos básicos:
  • Ser especialista no assunto(conhecimento completo da obra)
  • Fidelidade ao pensamento do autor
  • Competência na matéria
  • Capacidade de reconhecimento do valor de uma idéia
  • Independência de opinião
Exemplo de resenha:

Referência Bibliográfica:

ALVES-MAZZOTTI, Alda J.; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2. ed. São Paulo, Pioneira, 1999. 203 p.

Credenciais dos Autores:

Alda Judith Alves Mazzotti é bacharel licenciada em Pedagogia, bacharel em Psicologia, Psicóloga, mestre em Educação, doutora em Psicologia da Educação, professora titular de Psicologia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e leciona a disciplina de Metodologia da Pesquisa em cursos de graduação e pós-graduação desde 1975. Outras obras:
ALVES-MAZZOTTI, Alda J., (1994). Do trabalho à rua: uma análise das representações sociais produzidas por meninos trabalhadores e meninos de rua. In Tecendo Saberes. Rio de Janeiro: Diadorim-UFRJ / CFCH.
_________ . (1996). Social representations of street children, resumo publicado nos Anais da Terceira Conferência Internacional sobre Representações Sociais, realizada em Aix-em- Provence.
Fernando Gewandsznajder é licenciado em Biologia, mestre em Educação, mestre em Filosofia e doutor em Educação pela Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Outras obras:
GEWANDSZNAJDER, Fernando. O que é o método científico. São Paulo: Pioneira,1989.
_________. A aprendizagem por mudança conceitual: uma crítica ao modelo PSHG. Doutoramento em Educação. Faculdade de Educação da UFRJ, 1995.

Resumo da Obra:

O livro é constituído de duas partes, cada uma delas sob a responsabilidade de um autor, traduzindo sua experiência e fundamentação sobre o método científico, em abordagens que se complementam.
Na primeira parte, GEWANDSZNAJDER discute, em quatro capítulos, o método nas ciências naturais, apresentando conceitos básicos como o da lei, teoria e teste controlado.
No capitulo inicial há uma visão geral do método nas ciências naturais e um alerta sobre a não concordância completa entre filósofos da ciência sobre as características do método científico. Muitos concordam que há um método para testar criticamente e selecionar as melhores hipóteses e teorias. Neste sentido diz-se que há um método cientifico, em que a observação, a coleta dos dados e as experiências são feitas conforme interesses, expectativas ou idéias preconcebidas, e não com neutralidade. São formuladas teorias que devem ser encaradas como explicações parciais, hipotéticas e provisórias da realidade.
O segundo capítulo trata dos pressupostos filosóficos ....

Conclusão do resenhista:

De um modo geral, os autores apóiam-se em diversos estudiosos para emitir suas conclusões. Numa das poucas oportunidades em que declara suas próprias idéias, GEWANDSZNAJDER nos lembra que a decisão de adotar uma postura crítica, de procurar a verdade e valorizar a objetividade é uma decisão livre. Alerta-nos que determinadas escolhas geram conseqüências que poderão ser consideradas indesejáveis pelo sujeito ou pela comunidade. Supondo, num exemplo extremo, que se decida “afrouxar” os padrões da crítica a ponto de abandonar o uso de argumentos e a possibilidade de corrigir-se os próprios erros com a experiência, não mais distinguiríamos uma opinião racional, conseqüência de ponderações, críticas e discussões que consideram diferentes posições, de um simples preconceito, que se utiliza de conceitos falsos para julgar pessoas pelo grupo a que pertencem, levando a discriminações.
Também aqui sua conclusão apóia-se em um autor: “Finalmente como diz Popper, se admitimos não ser possível chegar a um consenso através de argumentos, só resta o convencimento pela autoridade. Portanto, a falta de discussão crítica seria substituída por decisões autoritárias, soluções arbitrárias e dogmáticas – e até violentas – para se decidir uma disputa” (pág 64)
...


quarta-feira, 15 de abril de 2009

como fazer uma leitura científica

Uma leitura científica é uma leitura voltada para análise da obra.

Diferente de uma leitura prazerosa, na leitura científica procuramos os seguintes aspectos:
  1. Idéia central
    -> Idéias subsequente
    -> Argumentos
    -> Fortalecem e confirmam a idéia central.
É muito importante na leitura científica saber quem é o autor para extrair facilmente a idéia central. 

Antes de fazer qualquer resumo ou resenha, é importante aprender a fazer uma leitura científica.

como escrever um resumo.

Resumo é um trabalho escrito ou uma publicação cientifica escrita.

Para escrever um resumo você tem que atentar para seguintes caracteristicas:
  • Não altera a idéia principal da obra.
  • Escrever as idéias principais de uma obra.
  • Síntese de uma obra.
  • Fiel a idéia do autor, não pode ter opinião própria.
  • É regido pela norma ABNT
Existem três tipos de resumo
  1. Indicativo
  2. Análitico
  3. Sintético
O resumo indicativo é o resumo apenas dos principais pontos do texto, sem detalhar exemplos, etc. Também conhecido como abstract e em artigos científicos vem acompanhado de palavras chaves.

O resumo análitico é o resumo mais detalhado e pode ter vários parágrafos.

O resumo sintético é  um pequeno resumo da obra.